Jeff Scott Soto, Eric Martin, Tim Ripper Owens e Edu Falaschi durante entrevista na Mundo Livre FM antes do show do Masters of Voices em Curitiba.

Antes do show em Curitiba, Masters of Voices toma conta dos estúdios da Mundo Livre FM

15 de julho de 2026

Jeff Scott Soto, Eric Martin, Tim “Ripper” Owens e Edu Falaschi conversaram com a Mundo Livre FM sobre a origem do espetáculo, a escolha do repertório e o significado de dividir o palco com alguns dos maiores nomes do rock e do heavy metal.

Os quatro vocalistas que comandam o Masters of Voices passaram pela Mundo Livre FM antes da apresentação em Curitiba para falar sobre o projeto que reúne alguns dos maiores intérpretes do hard rock e do heavy metal mundial.

Durante a conversa, Jeff Scott Soto, Eric Martin, Tim “Ripper” Owens e Edu Falaschi explicaram como surgiu a ideia da turnê, comentaram os bastidores da produção, falaram sobre o repertório e revelaram por que o nome Masters of Voices representa muito mais uma celebração da trajetória de cada um do que qualquer tipo de competição.

“Seria uma boa ideia se todos nós fizéssemos uma turnê juntos”

A origem do Masters of Voices aconteceu da maneira mais espontânea possível.

Segundo Eric Martin, do Mr. Big, a ideia surgiu depois de um encontro entre os músicos durante uma passagem pelo Brasil. O que parecia apenas uma conversa descontraída acabou se transformando em um projeto internacional.

“Nós estávamos sentados, tomando cerveja, e um de nós disse: ‘seria uma boa ideia se todos nós fizéssemos uma turnê juntos’. Todo mundo sempre fala isso… mas dessa vez funcionou.”

Eric ainda comenta que foram meses de planejamento até que a proposta finalmente saísse do papel.

“Todas precisavam ser músicas fortes”

Com tantos repertórios clássicos reunidos no mesmo palco, escolher o setlist não foi uma tarefa simples.

Para Jeff Scott Soto, o principal desafio foi selecionar apenas as músicas que o público realmente espera ouvir, já que cada vocalista possui um tempo limitado durante a apresentação.

“Temos um tempo limitado para cada um cantar. Então todas precisavam ser músicas fortes.”

Na entrevista, Jeff também explica como a banda de apoio ajudou a transformar essa ideia em um espetáculo único.

“Não estamos dizendo que somos melhores do que ninguém”

O nome Masters of Voices inevitavelmente desperta curiosidade.

Questionado sobre a responsabilidade de carregar esse título, Tim “Ripper” Owens fez questão de esclarecer que o projeto não pretende estabelecer qualquer tipo de hierarquia entre artistas.

“Somos mestres daquilo que fazemos e da forma como fazemos. Isso não significa que sejamos melhores do que ninguém.”

Ao longo da resposta, o cantor explica o verdadeiro significado do nome escolhido para a turnê.

“É uma honra estar ao lado de pessoas que eu cresci ouvindo”

Representando o Brasil no projeto, Edu Falaschi contou que, mesmo dividindo o palco com artistas consagrados mundialmente, ainda enxerga muitos deles como referências.

“Para mim é uma honra enorme fazer parte desse projeto com lendas e ídolos que eu cresci ouvindo.”

O músico também revela um detalhe curioso sobre os bastidores da turnê e explica por que o clima entre os quatro vocalistas surpreendeu até mesmo quem acompanha o projeto de perto.

“Poderíamos nos chamar Masters of Party”

Entre tantas histórias, uma das respostas mais divertidas veio justamente quando o assunto passou a ser a convivência entre os músicos.

Segundo Edu, a amizade criada durante a turnê foi tão natural que talvez o grupo pudesse ganhar outro nome.

“Depois desses shows, poderíamos nos chamar Masters of Party.”

A brincadeira resume bem o espírito da entrevista, marcada por bom humor, respeito mútuo e muitas histórias de bastidores que ajudam a entender como nasceu um dos projetos mais curiosos do rock atual.

Confira a entrevista exclusiva abaixo:

Antes do show em Curitiba, Masters of Voices toma conta dos estúdios da Mundo Livre FM
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