Courtney Love descarta reunião do Hole, mas indica shows com Melissa Auf der Maur
6 de março de 2026
A possibilidade de uma reunião do Hole voltou a circular nas redes sociais nos últimos dias, mas a própria Courtney Love tratou de esclarecer a situação. Nos comentários de uma publicação da revista SPIN no Instagram, Love respondeu diretamente aos fãs e afirmou que não há planos para uma reunião oficial da banda. Apesar disso, ela indicou que pode dividir o palco novamente com Melissa Auf der Maur, baixista que integrou a formação clássica do grupo nos anos 1990.
Segundo a cantora, Auf der Maur deve participar de “alguns shows” e também de músicas inéditas em um projeto futuro. “Eu e a @xmadmx em turnê com músicas novas”, escreveu Love na rede social.
Um retorno parcial ao universo do Hole
Embora a declaração descarte formalmente a reunião da banda, a parceria reacende a ligação com uma das fases mais lembradas do Hole. Melissa Auf der Maur entrou no grupo em 1994, após a morte de Kristen Pfaff, e participou do álbum Celebrity Skin, considerado um dos trabalhos mais bem-sucedidos da discografia da banda.
A possibilidade de vê-las novamente juntas no palco aproxima o projeto atual de Courtney Love do universo sonoro do Hole, mesmo que não se trate oficialmente de uma reunião.
Um álbum solo que ainda não chegou
As declarações também reforçam especulações sobre o aguardado disco solo de Courtney Love. A cantora trabalha nesse material há anos, mas até agora o projeto não ganhou data oficial de lançamento. Uma eventual turnê com novas músicas poderia funcionar como plataforma para apresentar esse repertório ao vivo.
Reunião ou não?
A história recente do Hole mostra que a definição de “reunião” nem sempre foi clara. Em 2010, Courtney Love lançou o álbum Nobody’s Daughter usando o nome da banda, mesmo sem outros integrantes da formação original.
Por enquanto, os comentários feitos nas redes sociais indicam apenas uma colaboração pontual entre Love e Auf der Maur. Sem anúncios oficiais de shows ou lançamentos, o que existe é uma possibilidade — suficiente, no entanto, para despertar a curiosidade de quem acompanhou a trajetória da banda no auge do rock alternativo dos anos 1990.