Contra a homofobia, UFPR ganha as cores do arco-íris

18 de maio de 2017

As cores do arco-íris na Santos Andrade marcou a noite de vigília em Curitiba (foto: Franklin de Freitas)

O prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foi iluminado com as cores do arco-íris nesta semana para o I Simpósio da Diversidade Sexual, que começou ontem em Curitiba. O evento é organizado pelo coletivo de alunos e apoiado pelos núcleos de pós graduação e pesquisa em Direito. Ontem, foi comemorado o Dia Internacional Contra a Homofobia, e segue até amanhã.
Uma vigília no começo da noite de ontem marcou a abertura do evento, com concentração em frente ao prédio histórico da Santos Andrade. O tema foi LGBTfobia no Brasil e na Chechênia. A vigília foi organizada pelas ONGs APPAD, Associação da Parada LGBT e Dom da Terra Afro LGBT e lembrou as vítimas e a necessidade de luta contra a homofobia.
Em 2017, até o início deste mês, 117 pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) foram assassinadas no Brasil devido à discriminação à orientação sexual. A informação é do Grupo Gay da Bahia (GGB).
Além de Curitiba, outras cidades do País também realizaram ações no dia de combate à homofobia. O foco principal este ano é a campanha lançada de apoio a pessoas LGBT, que vai denunciar a invisibilidade de quem tem alguma deficiência ou necessidades especiais, que vivem “dupla exclusão”.

Prefeitura acompanha casos 

Seis casos de violação de direitos contra cidadãos da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) são acompanhados pela Coordenação Municipal de Direitos Humanos para a Diversidade Sexual da Prefeitura de Curitiba desde sua criação, em março deste ano. O mais recente é do rapaz homossexual que foi atacado com ácido em uma rua de Curitiba, no último domingo.
De acordo com o coordenador municipal de Direitos Humanos para a Diversidade Sexual, Allan Johan, a função do órgão nesses casos é principalmente orientar todos os envolvidos. “São comuns dúvidas quanto à legislação, como proceder com a denúncia e ao tratamento — por exemplo, o uso do nome social”, diz Johan. “O maior cuidado é com um atendimento humanizado nesses casos”.
A coordenação recebe solicitações através do 156, da Prefeitura, ou do Disque 100, dos direitos humanos.

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