Michael supera Bohemian Rhapsody em bilheteria inicial em diversos países
28 de maio de 2026
Filme sobre Michael Jackson ultrapassa ritmo inicial de Bohemian Rhapsody em mercados como EUA, Reino Unido e Alemanha.

A cinebiografia Michael continua ampliando sua força nas bilheterias internacionais. Em apenas cinco semanas, Michael supera Bohemian Rhapsody no desempenho inicial de diversos mercados importantes da indústria cinematográfica, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Espanha.
Os números reforçam a dimensão comercial do projeto da Lionsgate, que atualmente ocupa o posto de segunda maior bilheteria mundial de 2026, atrás apenas de Super Mario Galaxy: O Filme. Até agora, Michael acumula cerca de US$ 795 milhões arrecadados globalmente.
O dado que mais chama atenção está na velocidade da arrecadação. Enquanto Bohemian Rhapsody levou meses para atingir determinados números em alguns territórios, Michael alcançou resultados semelhantes em pouco mais de um mês de exibição.
Michael supera Bohemian Rhapsody nos cinemas internacionais
Na Alemanha, um dos mercados europeus mais fortes para cinebiografias musicais, Michael já soma aproximadamente US$ 30 milhões em cinco semanas. No mesmo período, Bohemian Rhapsody havia arrecadado US$ 19,3 milhões.
O Reino Unido, país natal do Queen, também registrou vantagem para o longa sobre Michael Jackson. Em cinco semanas, Michael ultrapassou US$ 60 milhões, enquanto Bohemian Rhapsody tinha cerca de US$ 50,6 milhões no mesmo intervalo.
Na Espanha, a produção estrelada por Jaafar Jackson já alcançou US$ 24 milhões. O filme sobre Freddie Mercury tinha US$ 18,6 milhões após cinco semanas em cartaz.
A diferença também aparece na Itália e nos Países Baixos, onde Michael já se aproxima da arrecadação total que Bohemian Rhapsody levou meses para construir durante sua trajetória completa nos cinemas.
O mercado doméstico americano talvez represente o exemplo mais expressivo do alcance atual do filme. Em cinco semanas, Michael arrecadou mais de US$ 321 milhões nos Estados Unidos. Para comparação, Bohemian Rhapsody tinha pouco mais de US$ 164 milhões no mesmo período e encerrou sua trajetória no país com cerca de US$ 216 milhões.
O sucesso do filme reforça a força das cinebiografias musicais
Dirigido por Antoine Fuqua, Michael acompanha diferentes fases da trajetória de Michael Jackson e traz Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, interpretando o artista. O elenco ainda inclui Colman Domingo, Nia Long e Miles Teller.
Segundo a sinopse oficial, o longa apresenta “um retrato honesto e fascinante do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop”.
O desempenho comercial do filme também reforça um movimento que Hollywood vem explorando nos últimos anos. Após o sucesso de produções como Bohemian Rhapsody, Elvis e Rocketman, as cinebiografias musicais passaram a ocupar um espaço cada vez mais relevante dentro da indústria, impulsionadas tanto pelo apelo nostálgico quanto pela força global dos catálogos musicais no streaming.
No caso de Michael Jackson, esse alcance continua raro mesmo anos após sua morte. O artista permanece entre os nomes mais consumidos da música pop mundial, atravessando diferentes gerações por meio de plataformas digitais, redes sociais e ciclos constantes de redescoberta cultural.
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