Kleber Mendonça Filho e os filmes que ajudam a entender seu cinema

19 de janeiro de 2026

O cinema brasileiro voltou a ocupar um lugar de destaque no cenário internacional, e um dos nomes centrais desse movimento é Kleber Mendonça Filho. Do ano passado para cá, o cineasta pernambucano acumulou prêmios e reconhecimento com O Agente Secreto, estrelado por Wagner Moura e vencedor do Globo de Ouro de Melhor Filme de Língua Não Inglesa.

Além do sucesso recente, sua filmografia inclui obras fundamentais do cinema brasileiro contemporâneo, como O Som ao Redor, Aquarius, Bacurau e o documentário Retratos Fantasmas. Ao longo da carreira, Mendonça Filho também compartilhou filmes que o marcaram profundamente como espectador e criador. A seguir, a lista de seus títulos preferidos, reunida pela GQ Brasil, acompanhada dos comentários do próprio diretor.

Os 8 filmes preferidos de Kleber Mendonça Filho

Depois de Horas (1985), de Martin Scorsese
“Esse filme é o meu favorito do Scorsese. Me ensinou muito sobre edição e configuração de câmera.”

Pixote, a Lei do Mais Fraco (1980), de Héctor Babenco
“Crianças: sobre amá-las, protegê-las e tentar apresentá-las ao que é amor e educação. Um dos melhores filmes brasileiros da história.”

O Espírito da Colmeia (1973), de Víctor Erice
“É um filme muito especial para mim. Durante muito tempo ele só existiu na minha cabeça, como acontecia no passado.”

Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho
“A lógica brutalizada do Brasil e de sua história. Uma diáspora da violência que também fala sobre amor. Uma obra-prima.”

Barry Lyndon (1975), de Stanley Kubrick
“É um filme que se desenvolve com calma. A forma como a música entra e como as imagens se impõem é impressionante.”

Lost in America (1985), de Albert Brooks
“Vi em VHS em 1985 e ele simplesmente desapareceu da minha vida. Sempre gostei desse filme e não o vejo há mais de 30 anos.”

Um Dia Quente de Verão (1991), de Edward Yang
“É um filme tão lindo e tão especial que fico emocionado só de pensar.”

Inverno de Sangue em Veneza (1973), de Nicolas Roeg
“Esse filme tem mais de 50 anos e continua mais moderno do que nunca.”

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