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Documentário do Linkin Park chega aos cinemas em 30 de setembro com os bastidores da reconstrução da banda

Documentário do Linkin Park chega aos cinemas em 30 de setembro com os bastidores da reconstrução da banda

25 de setembro de 2026
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Dirigido por Joe Hahn, Unshatter acompanha as sessões iniciadas em 2022, a formação com Emily Armstrong e os shows em São Paulo, enquanto a trilha ao vivo chega às plataformas nesta sexta-feira (25).

Crédito da Foto: Reprodução/YouTube

O Linkin Park chega aos cinemas brasileiros em 30 de setembro com Unshatter, documentário que registra o processo de reconstrução da banda até a criação de From Zero e a retomada dos palcos.

Dirigido por Joe Hahn, integrante do grupo, o filme acompanha as primeiras sessões realizadas em 2022, quando os músicos começaram a descobrir se ainda existia um caminho para o Linkin Park depois de sete anos de pausa e da morte de Chester Bennington, em 2017.

O que o documentário do Linkin Park mostra

Unshatter reúne imagens de arquivo, bastidores, sessões de estúdio e performances ao vivo, com registros do processo que levou ao álbum de 2024 e à nova formação formada por Emily Armstrong e Colin Brittain, ao lado de Mike Shinoda, Brad Delson, Joe Hahn e Dave Farrell.

A proposta interessa justamente porque coloca o foco no período em que a banda ainda não sabia qual seria seu próximo passo. Em comunicado, Hahn explicou que espera que os fãs antigos encontrem imagens que nunca tinham visto, enquanto quem chegou agora possa entender como o grupo chegou até essa fase.

Espero que os fãs de longa data descubram aspectos da nossa jornada que nunca viram antes.

A banda também preparou uma extensão musical do projeto. Unshatter Film Soundtrack (Live in São Paulo) chega às plataformas nesta sexta-feira (25), reunindo 20 registros ao vivo e percorrendo diferentes fases do repertório, de Somewhere I Belong e Numb a In the End, Faint e Bleed It Out.

São Paulo aparece no centro dessa história

Os shows brasileiros ocupam um espaço importante no filme porque registram a reação do público à formação que colocou Emily Armstrong nos vocais e apresentou novamente o Linkin Park aos fãs depois do hiato. Para quem acompanhou a banda desde Hybrid Theory e Meteora, são imagens de uma fase que, até pouco tempo atrás, parecia impossível de documentar ao vivo.

O detalhe que dá peso a Unshatter é justamente esse recorte. O filme não precisa voltar décadas para explicar quem foi o Linkin Park. Ele registra o momento em que os integrantes precisaram descobrir, diante das câmeras e do público, o que ainda significava ser o Linkin Park.

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