A cantora escolheu 12 títulos e contou que, quando criança, achava que o iPhone só servia para tocar Madonna.
Crédito da Foto: Reprodução/YouTube
Violet Grohl entrou numa loja de discos de Hollywood, a maior independente do mundo, e escolheu 12 títulos. O passeio virou um episódio de What’s In My Bag?, publicado em 2 de novembro, e vai de Björk a Madonna, com CDs, dois LPs e um Blu-ray.
A cantora e compositora, filha de Dave Grohl, tem o álbum de estreia, Be Sweet To Me, na praça desde a Universal Records. Mas a conversa na loja é sobre os discos dos outros, e ela repara no som: elogia a produção de quatro deles, os de Björk, dos Pixies, de Kate Bush e de Madonna.
A infância aparece duas vezes. Violet conheceu Björk pelos videoclipes, no MacBook do pai, e ouve Homogenic desde pequena: “Não tem ninguém que escreva como a Björk”. Com Madonna foi mais cedo ainda. Sem saber o nome do iPhone, ela achava que o aparelho só servia para tocar músicas e clipes da cantora. Ray of Light, resume, é “meio perfeito” para ela.
I Do Not Want What I Haven’t Got, de Sinéad O’Connor, abre o episódio. Violet o chama de “um dos meus discos favoritos de todos os tempos” e diz que não tem faixa fraca.
Ela era tão brilhante, tão à frente do seu tempo e tinha tanto a dizer que acho que as pessoas não estavam prontas para ouvir. Mas eu estou ouvindo, e amo esse disco.
De Patsy Cline ela gosta do “swagger” que, na opinião dela, muita cantora de visual tradicional não tem mais. Diz ainda que tem ligação forte com a Virgínia, terra de Patsy. David Lynch é outra conversa. Violet se declara fã “enorme”, põe A Estrada Perdida (Lost Highway) entre os três filmes dele de que mais gosta e admite que é difícil escolher só um. A trilha, com a música do Nine Inch Nails e a de David Bowie, está entre as suas favoritas de todos os tempos. Lynch “era um gênio”.
A sacola inteira, na ordem do episódio, tem estes 12 títulos.
- Sinéad O’Connor, I Do Not Want What I Haven’t Got (CD)
- Patsy Cline, The Definitive Collection (CD)
- Björk, Homogenic (CD)
- David Lynch, Lost Highway (Blu-ray)
- Vários artistas, Blank Generation: A Story of U.S./Canadian Punk & Its Aftershocks 1975-1981 (CD)
- Massive Attack, Mezzanine (CD)
- Joni Mitchell, Songs of a Prairie Girl (CD)
- The Sundays, Blind (CD)
- PJ Harvey, The Wind (single, CD)
- Pixies, Surfer Rosa (CD)
- Kate Bush, Never for Ever (LP)
- Madonna, Ray of Light (LP)
O item que ela deixa mais em aberto é a coletânea punk Blank Generation. Violet nunca ouviu essa edição, mas conhece bandas como Devo e Patti Smith, que chama de essenciais. “Vou aproveitar isso quando chegar em casa”, disse ao pegar o disco.
NotíciasHayley Williams se rende a álbum de Jorge Ben Jor antes do show no Brasil
A cantora do Paramore postou o disco nos stories do Instagram, e ele saiu em 1974, bem antes de ela nascer.
4 de novembro de 2026
NotíciasPixies liberam quatro raridades de 1987 a 1991; ouça
Do auge criativo da banda, uma delas é a versão crua de uma faixa que virou pop.
4 de novembro de 2026
NotíciasPor que Dave Grohl chorou depois de tocar com o AC/DC?
Aconteceu no MetLife Stadium, em 2 de outubro, e o filme que o levou até ali ele viu aos 11 anos, num cinema de Washington.
4 de novembro de 2026





