Dave Grohl e Foo Fighters durante show da turnê Take Cover em 2026

Turnê do Foo Fighters é aclamada por shows grandiosos e energia de sobra

28 de agosto de 2026

Com repertório de 26 músicas e apresentações que chegam a três horas, banda de Dave Grohl reafirma sua força no rock de estádio

Crédito da Foto: Reprodução/YouTube

A nova turnê do Foo Fighters está sendo aclamada pela imprensa internacional. Na etapa norte-americana da Take Cover Tour, a banda vem entregando shows grandiosos, com repertório extenso, momentos emocionais e a energia característica de Dave Grohl no palco.

Desde a apresentação em Toronto, o grupo tem chamado atenção pela disposição de transformar cada noite em uma verdadeira maratona de rock. No Rogers Stadium, foram 26 músicas atravessando diferentes fases da carreira. Em Washington, no Nationals Park, o show chegou a aproximadamente três horas de duração.

Uma turnê que atravessa a história do Foo Fighters

O sucesso da atual fase está diretamente ligado à capacidade da banda de revisitar sua trajetória sem deixar o show com aparência de retrospectiva. As músicas mais conhecidas aparecem ao lado de faixas de diferentes períodos, criando uma experiência que conversa tanto com os fãs antigos quanto com o público que descobriu o grupo mais recentemente.

A imprensa também destacou o ritmo das apresentações. Mesmo com um repertório longo, o Foo Fighters mantém a intensidade do início ao fim, com Dave Grohl conduzindo a banda e o público em uma sequência de guitarras, refrãos e momentos de interação.

Mais do que apresentar muitos sucessos, o grupo mostra que ainda sabe construir um espetáculo de grande escala. Os shows têm duração, impacto visual e uma atmosfera de celebração que ajudam a explicar a repercussão positiva da turnê.

Homenagens a Taylor Hawkins emocionam o público

A memória de Taylor Hawkins continua presente nas apresentações. Durante um show surpresa em Nova York, um fã gritou “Taylor Hawkins para sempre!”, e Dave Grohl respondeu: “É isso mesmo!”. O momento reforçou a ligação emocional entre a banda, o baterista e os fãs.

A turnê também inclui momentos dedicados às histórias individuais dos integrantes. Em determinado trecho do espetáculo, cada músico apresenta uma canção relacionada à própria trajetória, enquanto imagens de arquivo aparecem no telão.

Essas escolhas dão ao show uma dimensão mais pessoal. O Foo Fighters não se limita a tocar seus maiores sucessos: a banda também revisita as experiências que ajudaram a formar sua identidade ao longo de três décadas.

Dave Grohl mantém o Foo Fighters entre os grandes do rock

A repercussão internacional confirma que o Foo Fighters continua ocupando um espaço importante no rock de estádio. Em uma época em que grandes bandas de guitarra já não dominam o rádio como antes, o grupo ainda consegue reunir milhares de pessoas e transformar seus shows em eventos de grande porte.

A força da turnê está na combinação entre experiência e entrega. Dave Grohl e os demais integrantes apresentam um espetáculo longo, intenso e emocional, sem abrir mão da espontaneidade que sempre marcou a banda.

Com apresentações de até três horas e um repertório que percorre toda a carreira, o Foo Fighters mostra que ainda tem fôlego para comandar grandes palcos — e que sua nova turnê merece, de fato, todos os elogios que vem recebendo.

O que a imprensa internacional está dizendo sobre o Foo Fighters

A repercussão da Take Cover vai muito além de elogios genéricos. O USA Today destacou a apresentação de três horas no Nationals Park e descreveu Dave Grohl como o centro incansável de um show marcado pela intensidade. A publicação resumiu a performance como uma demonstração de resistência e presença de palco, com Grohl conduzindo a banda e o público durante uma noite que parecia não querer terminar.

Em Toronto, o JamBase chamou atenção para o repertório de 26 músicas, que percorreu diferentes fases da carreira e ainda incluiu momentos acústicos, participações instrumentais entre os integrantes e uma homenagem a Taylor Hawkins. A avaliação reforça a ideia de que o Foo Fighters não está simplesmente repetindo um setlist conhecido: a banda vem construindo apresentações extensas, variadas e capazes de alternar peso, emoção e celebração.

A Far Out Magazine foi ainda mais direta ao resumir a impressão deixada pela estreia norte-americana. Segundo a publicação, os integrantes estavam “com o tanque cheio e com força total para ir cada vez mais longe”. A frase funciona como uma síntese precisa para uma turnê que aposta em shows longos, fisicamente exigentes e conduzidos por uma banda que parece disposta a provar, noite após noite, que ainda tem muito a oferecer.

Já a National World recorreu a uma comparação simples e eficiente: o Foo Fighters seria como um bom vinho, “melhorando com a idade”. A imagem resume a percepção de que a experiência acumulada não diminuiu a energia do grupo. Pelo contrário, transformou a banda em uma máquina de shows mais segura, mais consciente de sua própria história e ainda capaz de entregar momentos de impacto.

A Ultimate Classic Rock, por sua vez, ressaltou a capacidade do Foo Fighters de transformar um repertório que atravessa toda a carreira em “uma longa noite de clássicos”, sem abandonar completamente o material recente. O elogio é importante porque aponta para um dos principais desafios de uma banda com mais de três décadas de trajetória: celebrar o passado sem parecer presa a ele.

O ponto em comum entre as avaliações é claro. Aos 31 anos de carreira, o Foo Fighters não está reduzindo a escala dos shows — e a imprensa internacional percebeu isso. A banda continua apostando em apresentações extensas, repertório amplo e uma entrega que, como resumiu a cobertura, mantém Dave Grohl no centro de uma experiência “incansável”, intensa e capaz de sustentar um estádio durante horas.

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