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Iron Maiden em Curitiba: o que São Paulo viu e o que esperar na quarta

Iron Maiden em Curitiba: o que São Paulo viu e o que esperar na quarta

26 de outubro de 2026
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Cinco músicas voltaram ao set depois de até 38 anos. O que São Paulo mostrou no domingo, e o que ainda pode mudar na Arena da Baixada?

Crédito da Foto: Reprodução/YouTube

Killers não era tocada pelo Iron Maiden desde 1999 e foi a terceira música do show de domingo, 25 de outubro, no Nubank Parque, em São Paulo. A banda tocou 17 músicas para cerca de 50 mil pessoas, em pouco mais de duas horas, e repete a turnê na quarta-feira, 28, na Arena da Baixada.

É esse o roteiro que Curitiba deve ver. A lista de São Paulo foi igual, na mesma ordem, à de Toronto, em agosto, e reuniu músicas dos nove primeiros discos da banda, menos No Prayer for the Dying (1990). Além de Killers, três clássicos voltaram depois de anos, segundo a Rolling Stone: Murders in the Rue Morgue, que não era tocada desde 2005, Rime of the Ancient Mariner, desde 2009, e Phantom of the Opera, desde 2014. Infinite Dreams, de 1988, voltou em maio, depois de 38 anos, e é a sexta do set.

A noite começou mais contida do que terminou. Murders in the Rue Morgue abriu o show mais lenta que a gravação de estúdio, e Bruce Dickinson ainda procurava a melhor voz, até que Phantom of the Opera esquentou o show e The Number of the Beast afastou a dúvida.

O resto foi espetáculo. Eddie apareceu pela primeira vez em Killers e voltou vestido de soldado em The Trooper, num duelo de espadas, enquanto Dickinson abria a bandeira do Reino Unido e, nos solos, a do Brasil. Ele usou uma máscara em Powerslave e, no início de Rime of the Ancient Mariner, bebeu o que achava ser cachaça e era água. O auge, para a resenha, foi Fear of the Dark, no bis, com o estádio inteiro cantando.

Quarta, 28: horários e o que fica em casa

Os portões abrem às 16h, o Alter Bridge sobe ao palco às 19h10 e o Maiden entra às 20h50. A classificação é 16 anos desacompanhado, e a Livepass só se responsabiliza por ingressos dos canais oficiais.

O empresário Rod Smallwood pediu celular no bolso, principalmente na área em pé. Os sinalizadores também ficam fora: em Quito, no Equador, Dickinson interrompeu o show irritado com a fumaça, que prejudica a respiração e a voz dele.

Antes de Infinite Dreams, em São Paulo, Dickinson disse: “no Brasil, esse país incrível, todos precisam poder ter sonhos”. Em Curitiba, se a ordem se repetir, a música entra no mesmo lugar, entre The Number of the Beast e Powerslave.

Setlist provável

A ordem abaixo é a de São Paulo, igual à de Toronto. A banda pode mudar a lista, e o segundo show paulista, na terça, 27, ainda não aconteceu.

  1. Murders in the Rue Morgue (resgate, desde 2005)
  2. Wrathchild
  3. Killers (resgate, desde 1999)
  4. Phantom of the Opera (resgate, desde 2014)
  5. The Number of the Beast
  6. Infinite Dreams (resgate, após 38 anos)
  7. Powerslave
  8. 2 Minutes to Midnight
  9. Rime of the Ancient Mariner (resgate, desde 2009)
  10. Run to the Hills
  11. Seventh Son of a Seventh Son
  12. The Trooper
  13. Hallowed Be Thy Name
  14. Iron Maiden

Bis

  1. Aces High
  2. Fear of the Dark
  3. Wasted Years

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